Trabalho de Química
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Xisto
A tecnologia que vem sendo classificada como revolucionária consiste na perfuração de poços horizontais, a partir de poços verticais (de cada poço vertical derivam vários horizontais, em diversas direções), e no fracionamento da rocha sedimentar por meio de explosões controladas, seguido de injeção de uma mistura de água, areia e produtos químicos.
A extração do gás de xisto, diz o geólogo Olavo Colela Junior, da Agência Nacional de Petróleo (ANP), é feita diretamente da chamada rocha fonte (ou rocha mãe, ou rocha geradora), a formação geológica básica para que haja hidrocarboneto no subsolo de uma região. "Resta saber se no Brasil ela tem condições de fracionamento", diz Colela. Ele explica que essas condições são definidas pela profundidade em que a rocha fonte está localizada.
No Rio Grande do Norte ,por exemplo, onde há campos maduros que em tese poderiam produzir o gás, a rocha fonte tem localização muito profunda. Segundo especialistas, no Paraná onde a A tecnologia que vem sendo classificada como revolucionária consiste na perfuração de poços horizontais, a partir de poços verticais (de cada poço vertical derivam vários horizontais, em diversas direções), e no fracionamento da rocha sedimentar por meio de explosões controladas, seguido de injeção de uma mistura de água, areia e produtos químicos.
A extração do gás de xisto, diz o geólogo Olavo Colela Junior, da Agência Nacional de Petróleo (ANP), é feita diretamente da chamada rocha fonte (ou rocha mãe, ou rocha geradora), a formação geológica básica para que haja hidrocarboneto no subsolo de uma região. "Resta saber se no Brasil ela tem condições de fracionamento", diz Colela. Ele explica que essas condições são definidas pela profundidade em que a rocha fonte está localizada.
No Rio Grande do Norte, por exemplo, onde há campos maduros que em tese poderiam produzir o gás, a rocha fonte tem localização muito profunda. Segundo especialistas, noParaná, onde a Petrobras produz pequena quantidade de óleo e gás há várias décadas a partir de reservas de xisto betuminoso, a rocha fonte também é muito profunda.
O gás de xisto foi inicialmente saudado pelos ambientalistas americanos como uma alternativa de energia limpa ao carvão, usado para geração elétrica. Hoje se debate nos Estados Unidos e no mundo os problemas ambientais decorrente da sua produção - risco de contaminação do lençol freático por produtos químicos, o uso intensivo de água e até a ocorrência de pequenos abalos sísmicos nas áreas exploradas. A Françaproibiu a tecnologia do fracionamento hidráulico produz pequena quantidade de óleo e gás há várias décadas a partir de reservas de xisto betuminoso, a rocha fonte também é muito profunda.
O gás de xisto foi inicialmente saudado pelos ambientalistas americanos como uma alternativa de energia limpa ao carvão, usado para geração elétrica. Hoje se debate nos Estados Unidos e no mundo os problemas ambientais decorrente da sua produção - risco de contaminação do lençol freático por produtos químicos, o uso intensivo de água e até a ocorrência de pequenos abalos sísmicos nas áreas exploradas. A França proibiu a tecnologia do fracionamento hidráulico.
O Xisto e a Tecnologia
A tecnologia que vem sendo classificada como revolucionária consiste na perfuração de poços horizontais, a partir de poços verticais (de cada poço vertical derivam vários horizontais, em diversas direções), e no fracionamento da rocha sedimentar por meio de explosões controladas, seguido de injeção de uma mistura de água, areia e produtos químicos.
A extração do gás de xisto, diz o geólogo Olavo Colela Junior, da Agência Nacional de Petróleo (ANP), é feita diretamente da chamada rocha fonte (ou rocha mãe, ou rocha geradora), a formação geológica básica para que haja hidrocarboneto no subsolo de uma região. "Resta saber se no Brasil ela tem condições de fracionamento", diz Colela. Ele explica que essas condições são definidas pela profundidade em que a rocha fonte está localizada.
No Rio Grande do Norte, por exemplo, onde há campos maduros que em tese poderiam produzir o gás, a rocha fonte tem localização muito profunda. Segundo especialistas, no Paraná, onde a Petrobras produz pequena quantidade de óleo e gás há várias décadas a partir de reservas de xisto betuminoso, a rocha fonte também é muito profunda.O gás de xisto foi inicialmente saudado pelos ambientalistas americanos como uma alternativa de energia limpa ao carvão, usado para geração elétrica. Hoje se debate nos Estados Unidos e no mundo os problemas ambientais decorrente da sua produção - risco de contaminação do lençol freático por produtos químicos, o uso intensivo de água e até a ocorrência de pequenos abalos sísmicos nas áreas exploradas.
A França proibiu a tecnologia do fracionamento hidráulico.
Hulha
A hulha é um
carvão mineral resultante da madeira fossilizada que apresenta um alto teor de
carbono (cerca de 80%) em relação a madeira recém-extraída.
Destilação seca da
hulha
A destilação seca da hulha – que é feita na ausência de ar e aproximadamente 1100°C – da origem a três frações de grande valor comercial, como mostra a tabela a seguir:
Fração
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Constituição
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Aplicações
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Gasosa
(20%)
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É constituída basicamente de 49% de gás
hidrogênio, H2(g), 34% de metano, CH4(g), e 8% de monóxido de carbono, Co(g),
além de outros gases em menor proporção.
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É usada como combustível e como gás de
iluminação (gás de rua).
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Líquida
(5%)
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Águas
amoniacais: constituídas de
substancias nitrogenadas, como aminas*, hidróxido de amônio, NH4OH, e sais de
amônio, entre os quais nitrato de amônio, NH4NO3, e sulfato de amônio, (NH4)2SO4.
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Usadas principalmente na fabricação de
fertilizantes agrícolas.
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Alcatrão
de hulha é a maior fonte natural de obtenção
de compostos aromáticos, como benzeno, tolueno, fenol, naftaleno, anilina,
entre outros.
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Usadas como matéria-prima na fabricação
de plásticos, tintas, produtos de limpeza, medicamentos, entre outros.
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Sólida
(70%)
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Constituída basicamente de carvão coque.
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Utilizado principalmente na indústria siderúrgica,
na obtenção do aço.
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Teor de álcool na gasolina
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) determina que o teor de etanol na gasolina deve estar entre 22% e 26% em volume. Um teor maior ou menor do que esse compromete a qualidade do produto.
Essa porcentagem já vem adicionada na gasolina; porém, relatam-se casos de pessoas que querem lucrar mais e, para tal, acabam adicionando mais etanol (que é mais barato) na gasolina.
Como determinar, então, qual é o teor de álcool na gasolina?
A seguir, temos um experimento simples que pode ser feito para realizar essa determinação:
Pegue uma proveta de 100 mL e adicione 50 mL de gasolina;
Em seguida, acrescente 50 mL de água e agite bem;
Deixe em repouso por alguns minutos e observe o que ocorre.
Você notará que o volume da fase aquosa que ficará na parte inferior aumentará. Isso ocorrerá porque o etanol que antes estava na gasolina foi extraído pela água. Assim, o volume de álcool pode ser calculado pela diferença entre o volume inicial da mistura de gasolina com álcool e o volume final (correspondente apenas à gasolina). O resultado é obtido por meio da leitura dos volumes na proveta após a adição de água.
O cálculo da porcentagem do teor de álcool na gasolina pode ser determinado pela expressão:
Petroquímica
A petroquímica é a atividade industrial de produção de derivados de petróleo, normalmente a partir da separação dos componentes do petróleo por destilação. No Brasil, o petróleo é encontrado em águas oceânicas profundas, o que encarece a sua extração. O maior estado produtor é o Rio de Janeiro, na Bacia de Campos, cuja contribuição é de quase 75%. A cidade-base de exploração desse mineral é Macaé. A petroquímica cresceu muito nesse último século, com a necessidade de fins mais lucrativos para diversos produtos, como por exemplo o algodão, o marfim, a madeira, etc. A indústria de plástico, chamada de indústria da 3ª geração, é uma indústria que sobrevive do petróleo e seus gases. Os países com indústrias petroquímicas de maior porte são os Estados Unidos, Canadá, as potências européias e o Japão.
Destilação Seca da Madeira
A destilação de um sólido, feita sem solvente é chamada de destilação seca. São três as frações recolhidas quando destilamos a madeira:Quando este processo é aplicado à madeira, compreende duas fases do aquecimento: a primeira vai até aproximadamente 230ºC, quando ocorre a secagem da madeira e a segunda é a destilação propriamente dita que, a partir desta temperatura (230ºC), torna-se espontânea, não devendo ultrapassar 350ºC, visto que, na destilação, a queima é incompleta . 1º Fração – Gasosa
Fase Gasosa: constituída principalmente de metano, eteno, monóxido de carbono, dióxido de carbono e vapor de água.
Fase Oleosa (baixa densidade): óleo essencial.
2º Fração – Líquida
Fase Aquosa: ácido pirolenhoso, constituído principalmente de: água, ácido acético e acetona.
Fase Oleosa (alta densidade): alcatrão constituído principalmente de fenóis de alto peso molecular.
3º Fração – Sólida
Constituída na sua maior parte de Carvão. Experimentalmente (quando utilizado o esquema de aparelhagem padrão para este método), podemos verificar após o aquecimento com chama fraca a obtenção das frações (acima) contidas na madeira.
Inicialmente, após a secagem total da madeira, observa-se uma fumaça no interior do tubo de ensaio e o desprendimento de gases inflamáveis, pois, ao aproximar um palito de fósforo aceso na extremidade do capilar é possível verificar o aparecimento de um “flash” e a combustão dos gases.
Na segunda fração é fácil notar a formação do ácido pirolenhoso: é um líquido amarelado obtido da destilação, que fica depositado no tubo de ensaio (próximo à saída) e no kitassato.
O alcatrão é um líquido muito viscoso e pardo que fica na parte superior do tubo de ensaio (na região da chama).
Além destes também obtemos como produto final o carvão, este por sua vez fica concentrado na parte inferior do tubo (onde a chama se encontrava) e como todos nós sabemos este é um material de cor preta que quebra-se facilmente virando pó.
Madeira
A madeira pode ser definida como sendo o tecido lenhoso das árvores, ela é o principal produto mercantil florestal. É obtida do corte das árvores, é preciso que a extração seja feita em florestas controladas, onde apenas uma pequena fração das árvores é cortada para evitar o desmatamento em larga escala. Após o corte, as árvores têm seus galhos removidos e são cortadas novamente em diagonal antes de serem transportadas para tratamento adicional. Ao chegar à serralheria, os cortes de madeira são convertidos em pranchas de tamanho diversificado e recebem um tratamento com conservantes para prolongar sua vida útil.
A utilização da madeira em grande escala se deve à razão entre a sua resistência e o seu peso que são altos, por isso é um excelente material de construção. Possui propriedades como durabilidade e solidez que são essenciais para estruturas resistentes. Além disso, a madeira é muito fácil de ser trabalhada, objetos que exigem um trabalho artesanal como mobílias, instrumentos musicais, artigos de arte e painéis são trabalhados em madeira.
A madeira dá origem à matéria-prima da indústria do papel: a chamada polpa de celulose, que é o principal ingrediente do papel. A celulose é extraída da polpa da madeira, praticamente qualquer árvore pode ser utilizada para produzir celulose. Além do papel, é ainda usada na obtenção de produtos químicos como: rayon, alcatrão, tanino e acetato de celulose, produtos usados para fabricar tintas e no curtimento de couro.
Quando a celulose é tratada com ácido nítrico e sulfúrico, produz vários nitratos como, por exemplo, o trinitrato de celulose, também conhecido como algodão pólvora, utilizado na fabricação de explosivos.
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